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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Podemos Acumular Tesouros Sobre a Terra?


Delcio Meireles : www.preciosasemente.com.br
Publicação no Preciosa Semente: 20/08/2009

 "Somos mordomos de Deus e tudo o que temos pertence a Ele".




A próxima pergunta que devemos encarar é: é certo acumular bens dinheiro? A luz do Novo Testamento a resposta é um enfático SIM! A Bíblia não condena a ninguém por ser rico. Uma pessoa pode receber uma herança e se tornar rica da noite para o dia. Mas a Bíblia tem muito a dizer sobre o que fazemos com nossos bens. Eis o ensinamento:



1. Somos despenseiros de Deus (1Co 4:1 e 2). Isso significa que tudo o que temos pertence a Ele e não a nós. A nossa responsabilidade é usar o dinheiro do Senhor para a glória dEle. O ensinamento de que os 90% são nossos para gastarmos como desejarmos, e os outros 10% são de Deus é uma interpretação errônea do caráter do "mordomo" no Novo Testamento. Tudo pertence ao Senhor!



2. Devemos estar contentes apenas com o alimento e roupa: "Tendo sustento e com nos vestir, estejamos com isso satisfeitos" (1Tm 6:8). Aqui a palavra "vestir" significa uma cobertura ou teto e pode se referir a qualquer tipo de abrigo ou vestimenta. Assim Paulo diz que devemos estar contentes com as necessidades da vida: alimento, roupa e moradia. E ao nos permitir ter uma moradia, nosso Senhor nos concede mais do que Ele mesmo teve quando viveu nesta terra, pois Ele não tinha "onde reclinar a cabeça" (Mt 8:20).


O cristão que possui algum negócio naturalmente precisará de um capital fixo e um capital de giro para continuar trabalhando. Ele precisa comprar a matéria prima, pagar seus empregados e cobrir as outras obrigações financeiras que se lhe apresentam dia a dia. Nada na Bíblia proíbe um cristão negociante de ter o capital necessário para a operação do seu negócio.



3. Devemos viver com economia o máximo que pudermos e evitar qualquer desperdício. Depois que Jesus alimentou quase 5 mil pessoas, Ele ordenou que Seus discípulos recolhessem o que havia sobrado (Jo 6:12). Seu exemplo nos ensina a economizar sempre. Temos a mania de comprar coisas desnecessárias, principalmente na época do Natal, quando gastamos uma pequena fortuna em presentes os quais são logo jogados num canto. Compramos coisas caras quando objetos mais baratos serviriam tanto quanto os outros. (Não é sempre verdade que a mercadoria mais barata resulta numa compra melhor. Precisamos observar o preço, a duração do produto, o tempo economizado, etc.). Precisamos nos disciplinar no sentido de resistir às tentações de comprar e adquirir tudo o que vemos e queremos. Precisamos desenvolver o hábito de viver sobriamente por amor do nosso amado Senhor e Salvador.



4. Todos os bens que ultrapassam as nossas necessidades devem ser colocados à disposição do Senhor e ao Seu serviço (1Tm 6:8). Lembre se: Tudo pertence a Ele e nós somos apenas os Seus mordomos. Nosso dever é levar avante a Sua causa aqui na terra o máximo que pudermos. Muitos cristãos acham que é imprudência usarmos na obra do Senhor o dinheiro que sobrou, depois de comprarmos alimento, roupa e moradia. Bem, nós temos um relato bíblico de uma pessoa que fez isso. Ela era viúva e deu suas duas moedas como oferta. Jesus não a reprovou: "Verdadeiramente vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos (os ricos). Porque todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; esta, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento" (Lc 21:3,4).



5. Somos proibidos de ajuntar tesouros na terra. As palavras da Bíblia são claras e Inconfundíveis: "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde os ladrões escavam e roubas; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde nem traça nem ferrugem corrói e onde os ladrões não escavam nem roubam; porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" (Mt 6:19,20). Com relação à maioria de nós, estes versículos até parecem não existir na Bíblia. Cremos que Jesus disse estas palavras e que elas são inspiradas, mas achamos que elas não se referem a nós e por isso não as obedecemos. Assim, em relação a nós, é como se o Senhor Jesus nunca as tivesse falado.
No entanto, a verdade é esta: É PECADO ajuntar tesouros na terra. É diretamente oposto à Palavra de Deus. O que nós chamamos de prudência e previdência é, na realidade, rebelião e amor próprio. E ainda é verdade que onde nosso tesouro está, aí está também o nosso coração. Certa vez o Dr. Johnson foi levado para dar um passeio numa propriedade luxuosa. Ele passeou pela mansão e pelos jardins bem cuidados. Então se virou para seus amigos e disse: "São estas coisas que tornam difícil a um homem morrer".



6. Finalmente, temos que confiar em Deus para o nosso futuro. Deus chama o Seu povo para uma vida de fé, para uma vida de dependência nEle. Ele nos ensina a orar: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje" (Mt 6:11). Na dádiva do maná Ele nos ensina a confiar nEle diariamente para o suprimento de nossas necessidades (Ex 16:14-22). Ele próprio deve ser a nossa segurança; não devemos nos apoiar nas coisas inseguras deste mundo. Quanto à nossa vida amanhã, geralmente depositamos mais confiança nos irmãos que nos são chegados do que no próprio Senhor que prometeu não nos deixar nem nos abandonar (Hb 13:5).



Este é o desejo do Senhor para o Seu povo: que possamos entender que somos Seus mordomos e que tudo o que temos pertence a Ele; que devemos nos contentar com o necessário para a vida; que devemos viver economicamente o máximo possível; que devemos colocar tudo o que ultrapassa as nossas necessidades ao Seu serviço; que não devemos ajuntar tesouros na terra e que devemos confiar apenas nEle para os dias futuros. Amém.


Délcio Meireles
É permitido baixar este arquivo, copiar, imprimir e distribuir este material, desde que explicite a autoria e fonte do mesmo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ONDE ESTÁ A ARCA DA ALIANÇA?

(Instituto do Templo-Jerusalém).
A Arca da Aliança é de todos os assuntos relacionados com o Templo o mais fascinante. Existem várias teorias sobre o que aconteceu com a Arca da Aliança e as especulações sobre onde ela se encontra hoje são inúmeras. Alguns acham que ela foi levada para o Vaticano junto com outros vasos do Templo, tais como aqueles descritos no monumento Romano, o Arco de Tito. Existem muitas crônicas históricas e antigas e autênticas, e até lendas populares que afirmam que muitos vasos sagrados foram levados para Roma. Entretanto, isso não se aplica ao vaso santíssimo do Primeiro Templo, a Arca. Enquanto alguns afirmam ter evidências de que a Arca está na Etiópia, e naturalmente freqüentadores de cinema foram convidados para assistir uma versão fantasiosa da história no filme “À Procura da Arca Perdida”. Mas na verdade a expressão “perdida” referindo-se à Arca não é precisa do ponto de vista do povo judeu, porque nós sempre soubemos exatamente onde a Arca está. De modo que, a Arca está “Escondida” e bem escondida, mas não está perdida.
A tradição registra que até mesmo o Rei Salomão quando construiu o Primeiro Templo sabia por inspiração divina, que o Templo seria destruído. Então Salomão, o mais sábio de todos os homens supervisionou a construção de um amplo sistema de labirintos, câmaras e corredores por baixo do complexo do Monte do Templo. Ele ordenou que fosse construído um lugar especial nas entranhas da terra, onde os vasos sagrados do Templo pudessem ser ocultos no caso de um perigo iminente. A tradição Midrasha ensina que o Rei Josias viveu quarenta anos antes da destruição do Primeiro Templo, e foi ele quem ordenou que os Levitas escondessem a Arca, junto com o Menorah original (Candeeiro) e vários outros itens, tais como a vara de Aarão que brotou e deu flores durante a controvérsia envolvendo Corá (Números 16), o vaso com o Maná que foi colocado no Santo dos Santos como um testemunho, e o vaso com o óleo da unção, neste lugar secreto que Salomão havia preparado.
Esse local está registrado em nossas fontes e hoje existem aqueles que sabem exatamente onde fica esse compartimento. E sabemos que a Arca ainda está lá, tranqüila e esperando pelo dia quando será revelada. Foi feita uma tentativa a alguns anos passados para se escavar na direção desse compartimento, mas o resultado foi uma inquietação e revolta muçulmana em grande escala. Eles têm muito a perder, porque se a Arca for revelada será provado ao mundo inteiro que houve um Templo Santo e que os judeus têm direito ao Monte do Templo. (A posição oficial do Wakf islâmico, o corpo que governa o Monte do Templo é que nunca houve um Templo Santo e que os judeus não têm nenhum direito a esse lugar).

traduzido por Délcio Meireles do site www.templeinstitute.org também disponível em espanhol no site www.institutodeltemplo.org 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O verdadeiro significado da Cruz de Cristo - Jessie Penn-Lewis

Leitura: "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" (Mateus 27.42).

Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" (Mt 27.42). Esse foi o escárnio dirigido ao Cristo que morria, quando ficou pendurado em Sua cruz naquele "distante monte verde". Palavras de deboche, mas incorporando a própria essência da vida e morte do Filho de Deus, a própria essência dos tratos de Deus com o mundo - a própria essência do Calvário. "Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito". Para salvar os outros - pecadores, rebeldes, inimigos - o Pai não pode salvar a Si mesmo de enviar, do Seu seio, o Filho do Seu amor. Para salvar os outros, o Filho não pode salvar a Si mesmo, mas deve derramar Sua alma na morte e, assim, ver Sua semente e dividir o despojo com os poderosos (Is 53.12 - EC). Para salvar os outros, o Espírito Santo não pode salvar a Si mesmo da angústia, à semelhança da tristeza e angústia do Filho no Getsêmani, em Sua entrada no coração dos que uma vez afundaram-se no pecado e são freqüentemente obstinados e desobedientes aos clamores do Filho.

Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se. Essa expressão engloba, em poucas palavras, toda a história do caminho do Deus-Homem na terra; desse modo, Ele manifestou ao homem caído a expressa imagem ou caráter (conforme o grego, Hb 1.3) do Pai no céu. "Nisso se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado Seu Filho unigênito (...) para vivermos" (1 Jo 4.9). "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós" (3.16). O caráter de Deus foi revelado em Seu Filho; a natureza divina foi manifestada Naquele que era a "expressão exata do Seu ser". Resumindo: salvar os outros é próprio de Deus, recusando-se salvar a Si mesmo.



Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se. Isso não significa que Ele não tivesse o poder e os recursos para salvar a Si mesmo. Pelo contrário, Ele tinha o poder, mas não iria usá-lo! Salvar os outros quando isso não custa nada a você é algo possível até para criaturas caídas. Mas salvar os outros e recusar-se a salvar a si mesmo quando você tem condições para fazê-lo é divino. Ele não pode salvar a Si mesmo porque é contrário à natureza divina salvar o ego à custa da perda dos outros.



A Si mesmo não pode salvar-se. Palavras impressionantes, pronunciadas como deboche e pelos lábios de pecadores que crucificaram o seu Salvador. Mesmo na tentação no deserto (Mt 4.1), essa lei da Sua vida foi manifestada; ali Ele não se alimentou, porque não podia alimentar a Si mesmo, mas mais tarde, alimentou os outros (14.13-21). Ele podia utilizar todo o poder da Divindade para abençoar os outros, para alimentar os outros, para salvar os outros; mas para Si mesmo, nada! Não usou os recursos divinos para salvar a Si mesmo num momento de fome aguda, para ter uma palavra menos de desprezo ou um golpe menos do açoite, e ser apenas golpeado com a mão. Assim devem ser os filhos de Deus conformados à imagem do Filho, para manifestar Seu caráter divino, como o Filho revelou a expressa imagem do Pai. "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se" é a lei da vida de Jesus e deve ser a lei da vida de cada seguidor do Cordeiro.



Ter o poder para salvar a si mesmo e recusar-se a usá-lo, porque, se o usasse, os outros não poderiam ser salvos, é a vida de Jesus manifestada naqueles que Ele redimiu. Derramar sua vida pelos outros que o rejeitam e o julgam incorretamente, quando você não precisaria fazê-lo: isto é o Calvário! Ter o poder para salvar a você mesmo e não usá-lo, por significar perda para os outros: isto é o Calvário! Ser usado para libertar almas do poder de Satanás e, depois, colocar-se, como Cristo o fez, à aparente mercê da "vossa hora e o poder das trevas" (Lc 22.53): isso é verdadeiramente o Calvário!



Ó filho de Deus, Ele salvou os outros, mas a Si mesmo não pode salvar! Este deve ser o caminho para você em cada momento de tensão dolorida e tempestade para os seguidores do Cordeiro. Deus tem usado você para libertar os outros, e talvez você esteja desejando saber por que você mesmo não é libertado das lutas por fora e temores por dentro (2 Co 7.5) que estão assediando sua própria vida. Outros vêm a você em extrema necessidade, e, com seu próprio coração partido, você é solicitado a dar do seu próprio vazio e com a perda daquilo que parece ser sua própria necessidade. Você é solicitado a clamar pela vitória pelos outros que estão em angústia, quando você mesmo parece estar em angústia muito maior. No Calvário foi assim! Aquele que havia libertado outros do poder de Satanás foi entregue, como vimos, à fúria total do poder das trevas. Aquele que havia realizado obras poderosas de Deus pelos outros, jaz em impotência e fraqueza nas mãos dos homens. Sim, isso é o Calvário. Vida, poder, bênção e libertação para os outros, e nada para você mesmo, a não ser permanecer na vontade de Deus e aceitar das mãos do Pai tudo o que for do Seu agrado permitir que chegue a você.


Salvou os outros - todos os recursos em Deus e o poder de Deus para os outros! A Si mesmo não pode salvar-se - impotência, vacuidade, sofrimento, conflito e morte para Si mesmo. Essa foi a marca registrada da mais elevada manifestação do espírito do Cordeiro vista nos heróis da fé, conforme o registro de Hebreus 11; e entre esses heróis da fé, que alcançaram o lugar mais elevado nesse rol de honra, estavam mulheres que foram abatidas à morte, não aceitando o livramento, a fim de que pudessem alcançar uma melhor ressurreição (v. 35) . Sim, essa é a marca registrada mais elevada do espírito do Cordeiro. Subjugar reinos, obter promessas, fechar a boca dos leões, extinguir a violência do fogo, escapar ao fio da espada, tornar-se poderoso na guerra (v. 34) - tudo como resultado de fé num Deus Onipotente -: isso é poder; mas ser torturado e não aceitar ser resgatado (v. 35) - isso é o Calvário. A escolha voluntária para sofrer e morrer, ao invés de salvar a si mesmo, é algo mais elevado do que a fé para conquistar e subjugar.


E, se não estamos enganados, esse é o caminho mais elevado colocado diante de todos aqueles que avançam em direção ao alvo da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus no tempo presente. "Nova evidência de que Deus está operando poderosamente para levantar e estabelecer um povo realmente conformado à morte de Cristo veio a mim esta manhã - um assunto muito mais sério e poderoso do que a concessão de dons", escreveu um ministro de grande experiência e em condições de ver e conhecer de forma especial a tendência da obra do Espírito. Sim, Deus "está operando poderosamente em minha direção", dirão muitas almas profundamente provadas, quando pensam em seu próprio caso e nos caminhos estranhos e especiais nos quais estão sendo estranhamente conduzidas, a fim de poder conhecer o caminho da cruz e entrar no espírito do Cordeiro.



Dois caminhos parecem estar claramente abertos diante da Igreja de Deus, com uma escolha para cada membro do Corpo de Cristo, que tem resultados eternos. Há a conformidade ao Cordeiro, que já mencionamos antes, em relação à qual necessitamos de visão divina para discernir sua beleza e glória celestiais. Por outro lado, o caminho de salvar a nós mesmos do sentido pleno de tudo o que significa seguir o Cordeiro na terra, com a conseqüente perda da glória de participar do trono do Cordeiro. Porque está escrito: "Se com Ele sofremos, com Ele reinaremos" (2 Tm 2.12 - BJ); "se com Ele sofremos, com Ele também seremos glorificados" (Rm 8.17). O sofrimento de Cristo foi totalmente voluntário, pois Ele disse: "Eu dou a minha vida (...) Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou" (Jo 10.17, 18). E no caminho da conformidade à Sua morte, muitos que escolheram seguir o Cordeiro onde quer que Ele vá (Ap 14.4), encontram-se no caminho da cruz, o que poderia ser evitado, se quisessem! Eles poderiam aceitar o livramento e salvar a si mesmos, mas perderiam a superior ressurreição. Isso é, na verdade, o espírito do Cordeiro morto, suprido pela graça de Deus a pecadores redimidos. Tudo o que é da terra, nas vozes dos amigos e do mundo, e da própria vida deles clama: "Salva a Ti mesmo e a nós". Mas o Espírito de Cristo no interior deles os conduz no caminho do Cordeiro, pois, como Ele, não podem salvar a si mesmos. Ver um caminho de escape do sofrimento e, por sua própria livre escolha, decidir recusar-se a entrar por ele, por significar a salvação deles mesmos: isto é digno de reconhecimento diante de Deus, pois é o caminho mais próximo da semelhança com Aquele a respeito do Qual foi dito em tom de escárnio: "Salvou os outros, a Si mesmo não pode salvar-se."


(Jessie Penn-Lewis, "A Cruz: O Caminho Para o Reino" - Editora dos Clássicos - Traduzido por Délcio Meireles).

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Amazing Grace

Bom, há 4 meses postei dois artigos sobre o hino "Amazing Grace" de John Newton...


História

[editar]Juventude

John Newton nasceu em Wapping, Londres, em 1725, filho de John Newton, um capitão de navio a serviço no Mediterrâneo, e Elizabeth Seatclife, uma Cristã Não-conformista. Sua mãe morreu de tuberculose quando ele tinha apenas 6 anos.[1]

[editar]Conversão

Depois de um curto tempo na Marinha Real, John Newton iniciou sua carreira como traficante de escravos. Certo dia, durante uma de suas viagens, o navio de Newton foi fortemente afetado por uma tempestade. Momentos depois que ele deixou o convés o marinheiro que tomou o seu lugar foi jogado ao mar, por isso ele próprio guiou a embarcação pela tempestade. Mais tarde ele comentou que durante a tempestade ele sentiu quão frágil e desamparado eles estavam e concluiu que somente a Graça de Deus poderia salvá-los naquele momento. Incentivado por esse acontecimento e pelo que havia lido no livro,Imitação de Cristo de Tomás de Kempis, ele resolveu abandonar o tráfico de escravos e tornou-se cristão, o que o levou a compor a canção Amazing Grace (do inglês: "Graça Maravilhosa").

fonte: Wikipédia

segue abaixo um vídeo muito especial do Jotta A. cantando Amazing Grace:
(como sempre, lembro aos que recebem as postagens no email que devem acessar o blog para conseguir visualizar o vídeo)


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Eu sou Muito Rico!!!

Eu Sou Muito Rico!
“Tem gente tão pobre que só tem dinheiro”
Bom, eu não tenho uma Ferrari, nem mesmo um fusquinha! Hahaha! Mas hoje eu percebi o como eu sou rico! Como assim?
Sim sim, eu sou muito rico! As riquezas que eu tenho o ladrão não pode roubar, a traça não pode corroer e a ferrugem não pode estragar!
“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Mateus 6:19, 20, 21 
Quero compartilhar algo com vocês. Eu estava reunido com meus amigos hoje, daí eu tive que dar uma saidinha pra levar o meu pai na rodoviária, e durante esse trajeto, eu estava orando a respeito da minha vida, futuro, esposa, ministério e tals, e Deus falou algo muito forte ao meu coração! 
Descobri que ser bem sucedido na vida é estar no lugar certo, com pessoas certas e fazendo o que é certo, desfrutando do tesouro que Deus tem para mim, tesouros estes que ladrões não podem roubar,  a traça não pode corroer e a ferrugem não pode estragar! Eu posso ser um cara bem sucedido estando na África, e em outros lugares onde ninguém gostaria de estar! Mas se ali é o lugar que Deus tem para mim, ou apenas um momento de eu estar, eu serei feliz ali!
Eu não sei explicar o que sinto no meu coração! Mas eu me sinto o cara mais rico do mundo! A graça de Deus e o sangue de Cristo na  minha vida! A alegria e a paz que excede todo entendimento, a presença de Deus, o Espírito Santo e a vida de Deus em mim! Não há dinheiro que pague isso, tudo isso é incomparável! 
Deus é fiel! Sei que, a respeito de tudo aquilo que eu tanto almejo, se necessário, no tempo certo vai acontecer! 
“Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.” Mateus 6:33
Eu deixei o meu pai na rodoviária, e voltei ao lugar onde eu estava, me reuni novamente com meus amigos! Lá eu desfrutei de um tempo precioso, com pessoas preciosas, desfrutei de uma das riquezas que Deus colocou na minha vida!
Meus pais, meus irmãos são outros exemplos de riquezas de Deus para a minha vida! O meu ministério, meus pastores, minhas ovelhas e a igreja onde eu congrego! Tudo isso é tesouro!
Eu não tenho uma Ferrari, eu não preciso de uma Ferrari! Mas eu tenho um Deus amado, e esse sim eu preciso! E muito! 
Eu possuo uma família linda, amigos preciosos, pessoas que caminham ao meu lado! E eu desfruto da verdadeira paz e a alegria que só Deus pode me dar! Eu tenho tudo o que preciso! Eu tenho Cristo!
Não conheço o dono dessa Ferrari, mas acredito que ele mora numa casa luxuosa e possui muitos bens, porém, eu sei o que eu tenho! Eu sou mito rico! Espero que o dono dessa Ferrari também seja!
“O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.” Filipenses 4:19
 As riquezas do mundo compram aquilo que as pessoas querem, mas não o que elas realmente precisam! Somente as riquezas de Cristo suprem as nossas necessidades! 
“Porque todos pecaram e necessitam da glória de Deus.” Romanos 3:23
Sem mais,
Tiago (Xitão)
fonte: http://odedotecla.tumblr.com